RESENHA DO LIVRO "O Clube do Livro do Fim da Vida"
Coloquei em outra postagem as frases mais marcantes do livro para mim. Agora vou falar um pouquinho sobre minhas impressões sobre o livro.
A leitura abre caminhos para diversos outros autores e livros, já que toda conversa se baseia em livros. Em determinados momentos, a leitura se torna um pouco cansativa, já que a dinâmica da história se repete... Mary e Will (mãe e filho), toda semana, durante dois anos se encontram. Mary faz sessões de quimioterapia e Will a acompanha. Nesses encontros, conversam sobre esperança, preocupações, vida... e utilizam os livros que estão lendo para puxarem essas reflexões. Dessa forma, mãe e filho se redescobrem, falam da fé, e claro, do poder que os livros tem em nos reconfortar.
Acho que é por isso que quis recomeçar o blog e escolhi esse livro para isso. Não foi um dos meus livros favoritos, mas acredito que os livros tem exatamente esse poder que tanto falam nessa obra. Isso é muito bem representado pelo autor.
O autor neste livro faz uma declaração de amor à mãe, percorrendo a vida da corajosa e especial Mary Anne, a carreira nos anos 1960, o trabalho voluntário em países em guerra e, finalmente, o projeto de fundar uma biblioteca nômade no Afeganistão. Mesmo muito debilitada, ela não abre mão de fazer com que o tempo que lhe resta seja útil - para a família, os amigos ou uma criança necessitada do outro lado do mundo. Uma celebração da vida.

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